- Autoria
- Mariana Relvas Mariana Relvas / Carlos Relvas
- Título
- [Carlos Loureiro Relvas, filho de José Relvas e Eugénia Loureiro Relvas], atribuído
- Data
- 1888–1889
- Técnica
- Albumina, Albumina colada s/ cartão
- Coleções
- Coleção João José P. Edward Clode
Mariana Relvas
Mariana Relvas
Golegã (26/11/1862) – Lisboa (06/09/1952)
Mariana do Carmo Correia Pinto casou em 1883 com o delegado do Procurador Régio Henrique Herz, de quem ficou viúva em 1885. Em 1888, aos vinte e cinco anos, casou com o conhecido proprietário e fotógrafo amador Carlos Relvas. Foi neste contexto que desenvolveu uma prática fotográfica consistente marcada pela co-autoria com o marido, e pela presença ativa em circuitos expositivos internacionais. Assinava como phot. amateur e trabalhou tanto em estúdio como em exterior, com particular atenção ao retrato e à paisagem naturalista.
Em 1889, participou na Exposition Universelle de Paris, onde recebeu medalha de bronze. No mesmo ano, obteve medalha de prata na Photographischen Jubiläums-Ausstellung. Em 1891 e 1892, expôs com Relvas no Clube de Fotógrafos Amadores de Viena.
A sua obra integra fototipias publicadas nos álbuns À Beira Mar e Hespanha, França e Suissa (1889), que documentam paisagens e a viagem europeia do casal.
Após a morte de Carlos Relvas, em 1894, casou novamente, em 1898, com António da Câmara Melo Cabral. A preservação do espólio fotográfico e da casa-estúdio ficou assegurada quando, em 1978, a filha, Maria Amália Pinto Correia da Câmara, os doou à Câmara Municipal da Golegã.
Em 1889, participou na Exposition Universelle de Paris, onde recebeu medalha de bronze. No mesmo ano, obteve medalha de prata na Photographischen Jubiläums-Ausstellung. Em 1891 e 1892, expôs com Relvas no Clube de Fotógrafos Amadores de Viena.
A sua obra integra fototipias publicadas nos álbuns À Beira Mar e Hespanha, França e Suissa (1889), que documentam paisagens e a viagem europeia do casal.
Após a morte de Carlos Relvas, em 1894, casou novamente, em 1898, com António da Câmara Melo Cabral. A preservação do espólio fotográfico e da casa-estúdio ficou assegurada quando, em 1978, a filha, Maria Amália Pinto Correia da Câmara, os doou à Câmara Municipal da Golegã.
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